domingo, 22 de março de 2015

Que tal levar um cabo de aço em sua viagem?


Um bom item de viagem é aquele que atende a um ou mais dos seguintes atributos: funcional, durável, leve e barato. É claro que estes atributos variam em função do tipo de sua viagem. Um acessório que atende a todos estes requisitos é um cabo de aço. Mas, como assim? para que iríamos querer um cabo de aço?

Em primeiro lugar, não se trata de um cabo de aço qualquer. Estamos falando de cabos de aço revestidos, que são comercializados para uso como varal. Comprei um com 10 metros de comprimento.

A desvantagem do cabo de aço, se comparado com cordões ou barbantes, é que não é fácil fazer nós, o que limita um pouco suas aplicações. E aí vai uma dica que desenvolvemos e já aplicamos várias vezes para facilitar o uso:

sexta-feira, 13 de março de 2015

Pedal das lagoas


Mais um ótimo pedal com a turma do Rapadura Biker. No sábado passado, foi a vez de seguir pelos caminhos que levam a algumas das lagoas do município de Nísia Floresta.

Saímos às 06:00 da Rota do Sol, em frente ao Estádio Frasqueirão. Sair cedo, apesar do sono, é uma boa estratégia para evitar um pouco do calor. Prosseguimos no sentido de Pium, cruzando com alguns corredores madrugadores, que vinham no acostamento, pela contramão. Alertando os ciclistas que vinham atrás, sempre cuidamos para que não ocorresse nenhum acidente.

Pedal das Lagoas
1a. pausa para agrupar e hidratar

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Análise de risco para o Turismo de Aventura


Recentemente participei de um ótimo curso, onde o instrutor Ricardo Shamá abordou uma ferramenta jáBorboleta utilizada na área empresarial para análise de riscos: a análise Bow Tie. O nome provém do formato que o desenho assume, semelhante a uma gravata borboleta.

Embora a origem exata desta metodologia não seja totalmente conhecida, esta análise foi aperfeiçoada pelo Grupo Shell, após o desastre com a plataforma de petróleo Piper Alpha, no Mar do Norte, ocorrido em 1988, matando 167 pessoas.

Trata-se de um mapa conceitual, onde são representados os elementos envolvidos na análise de risco de um evento indesejável. De um lado, são tratadas as ameaças e barreiras que poderiam evitar o evento e, de outro, as conseqüências do evento e as medidas que poderiam minimizá-las.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Pedal Pirangi-Pipa


Pedalando na Praia de Malembá
Praia de Malembá
Mais uma vez, tivemos o privilégio de participar de uma pedalada com a turma do Rapadura Biker. Sim, é um privilégio porque sabemos do cuidado com a escolha do trajeto e pelo clima de camaradagem que une os rapaduras. Desta vez, o grupo programou a saída de Natal, mas eu e a Rosana deixamos o carro na Praia de Pirangi e saímos de lá (o que encurtou nosso percurso em uns 13 Km).

O horário de saída foi programado para aproveitar a maré baixa na Praia de Malembá, nos permitindo pedalar tranquilamente até a balsa que faz a travessia de Tibau do Sul. Como iríamos pernoitar em Pipa e voltar no dia seguinte, uma pequena bagagem foi acomodada nos alforjes. O maior peso, entretanto, foi água. Muita água e isotônicos para aguentar o sol de fevereiro.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Mar de Gelo–Chamonix


Ok, não é exatamente uma atividade de aventura, mas quando estivemos em Chamonix,Mer de Glace 4, Chamonix em novembro passado, era uma das únicas opções disponíveis, uma vez que estávamos em época de pré-temporada e as atrações estavam fechadas. Também não programamos nenhuma trilha. No final, o passeio foi muito interessante, revelando um pouco das belíssimas paisagens da região do maciço do Mont Blanc.

Para chegar até lá, é preciso tomar o simpático trem vermelho que sai de Chamonix e vence os 870m de desnível até La Mer de Glace, com o apoio de cremalheiras. Durante o trajeto, a neve que cobria a região era a atração principal.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Gestão de Segurança em Turismo de Aventura–NBR ISO 21101



No final de 2014, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou aNorma ISO 21101 norma
"ABNT NBR ISO 21101 - Turismo de Aventura - Sistemas de Gestão da Segurança - Requisitos". Esta norma substitui a NBR 15331:2005 que tratava do mesmo tema.

É uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação, à norma internacional ISO 21101:2014.

De cara, isso já representa um benefício potencial para as empresas que desejam moldar  e certificar seu sistema de gestão de segurança baseado nos requisitos desta norma: o uso de um referencial internacional, que facilita o reconhecimento por parceiros e clientes de todo o mundo.

A finalidade da NBR ISO 21101 é estabelecer os requisitos mínimos para um sistema de gestão da segurança (SGS) para prestadores de serviços das atividades de turismo de aventura, que são incentivados a "analisar suas atividades de turismo de aventura, entender os requisitos dos participantes, definir os processos que garantam a segurança e manter esses processos sob controle".