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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Crianças no Nepal


O Nepal é um país fantástico!. Repleto de belezas naturais que encantam viajantes e esportistas. Caminhadas e escaladas em meio a montanhas são motivos suficientes para encarar as longas horas de vôo do Brasil até Kathmandu. Os aspectos culturais são igualmente interessantes, onde o Hinduísmo e o Budismo exercem uma influência tremenda, sendo impossível dissociá-los do dia-a-dia.

Mas, há um lado que nos deixou igualmente surpresos e fez nossa estadia de 21 dias no Nepal ser ainda mais prazeirosa: o jeito de ser do nepalês! Simplicidade e hospitalidade caminhando lado a lado.

domingo, 4 de agosto de 2013

Bhaktapur – A cidade dos devotos


Detalhe de uma fonte
Detalhe de uma fonte
Chegamos de volta de Lukla bem no dia do Ano Novo Nepalês e soubemos que houve boas comemorações na véspera. De repente, saltamos de 2013 para 2070, conforme um dos calendários nepaleses, utilizado oficialmente – o Vikram Sambat.

Com aquele cansaço típico de quem chega de uma viagem longa, saímos para jantar no ótimo restaurante OR2K, com nossos companheiros Victor, Maia e Mônica. Bons papos e risadas relembrando o que passamos juntos, rumo ao Acampamento Base do Everest.

No dia seguinte, como último compromisso de nossa estadia no Nepal, todo o grupo saiu para visitar a cidade de Bhaktapur, que significa “A cidade dos devotos” (ou Kwopa, no idioma nepalês), situada a cerca de 16 km de Kathmandu.

domingo, 28 de julho de 2013

Dragões do Nepal


O Nepal possui duas religiões principais: o Hinduísmo e o Budismo. Em ambas, asDragão em Bhaktapur 2 estátuas, ornamentos e figuras de dragões são utilizadas como elementos de proteção em locais religiosos.

Impossível não ter o olhar atraído (e, ato contínuo, o dedo no disparador da máquina fotográfica).

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Terminando a caminhada: de volta a Lukla



Fomos dormir com a expectativa de encarar o dia mais cansativo no retorno.Caminhada de volta Cobriríamos todo o trajeto entre Deboche e Monjo, passando por Namche Bazaar.

Não bastasse o esforço que nos aguardava, Rosana piorou da diarréia que começou durante o dia. Passamos a madrugada meio insones e tive que recorrer à presteza de Manoel Morgado, que prontamente a medicou lá pelas 04:00. Tomamos café e junto com outro colega e um sherpa saímos mais cedo que o grupo, uma vez que iríamos em um ritmo bem mais lento.


domingo, 14 de julho de 2013

Retorno do Acampamento Base do Everest – de Gorak Shep a Deboche


Iniciando a volta de Gorak Shep
Iniciando a caminhada de volta
Começamos o dia com sensações diferentes. A satisfação por ter conseguido atingir objetivos fantásticos e aquela ponta de tristeza por saber que já estávamos de volta. Mas é disso que são feitas as viagens – idas e voltas, imaginando novos sonhos para ocupar a mente a alma a cada nova aventura realizada.

Começamos a caminhar às 08:00, com um vento mais forte aumentando a resistência a ser vencida. Em compensação, a redução da altitude trazia seus efeitos benéficos. O corpo estava com um “crédito” fisiológico, que se traduz em um melhor desempenho. E é por isso que conseguimos voltar na metade do tempo gasto para ida.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Acampamento Base do Everest: Objetivo alcançado !


Início da caminhada
Começando a caminhar
Ok…. O título está incompleto. Chegar ao ponto onde homens e mulheres se preparam para chegar ao topo do mundo é uma conquista muito, muito bacana. Mas, houve outros objetivos ao longo deste trekking maravilhoso. Havíamos alcançado o Kala Patthar e visto um Pôr de Sol magnífico. Avistamos diversas montanhas belíssimas. Conhecemos um pouco da rica cultura nepalesa. Convivemos com um grupo muito legal, liderado por um excelente guia. Superamos as distâncias e a altitude. Então, se começamos com um objetivo principal em mente, a jornada nos mostrou que alcançamos muito mais. No fundo, chegar ao Acampamento Base representou mais um belo marco, mas certamente não foi o único.

sábado, 29 de junho de 2013

Kala Patthar: 5500m e a melhor visão do Everest


Após o almoço no Himalayan Lodge, Manoel Morgado dividiu a turma em três grupos, que saíram em horários com diferença de 30 minutos. A idéia era que todos chegassem mais ou menos ao mesmo tempo no topo do Kala Patthar. Os mais lentos (como nós), saíram de Gorak Shep na frente, por volta das 15:30 e os mais rápidos saíram às 16:30.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Quase lá: Gorak Shep


Começamos o dia com a expectativa de ter a melhor visão do Everest, a mais de 5500 no Kala Patthar. Antes, teríamos que chegar a Gorak Shep (5140 m) , a última hospedagem disponível antes do Acampamento Base do Everest.

Fizemos um pequeno desvio para ver o interessante laboratório Italiano-Nepalês que  - o Pyramid International Laboratory-Observatory. Inaugurado em 1990, realiza pesquisas sobre meio ambiente, geologia, clima e fisiologia humana. Toda a energia para funcionamento do laboratório provém dos painéis solares instalados na pirâmide e estruturas adjacentes.

Mascote
Mascote do Aventura Mango posando próximo ao Laboratório

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Lobuche e o Memorial aos Sherpas mortos


Thukla Nepal
Saindo de Thukla
Se o dia anterior foi exigente em termos de esforço físico devido à subida para aclimatação até 5000 metros, o 8º dia de caminhada foi mais curto. Em razão disso, nossos horários foram flexibilizados: tivemos mais 01 hora de sono e saímos às 09:00.

De manhã cedo, tivemos uma notícia triste: um de nossos colegas de viagem resolveu encerrar sua participação no trekking. Não estava conseguindo se adaptar como deveria e fazia alguns dias que não conseguia dormir direito. Avaliou que poderia piorar nos dias seguinte e decidiu voltar. Seu amigo o acompanhou e assim tivemos dois desfalques. Uma pena. Foram dois bons companheiros durante toda a caminhada. Um dos guias foi designado para acompanhá-los até Lukla e nos despedimos após o café da manhã, com uma sensação de perda.

domingo, 9 de junho de 2013

Uma curta caminhada, lindas paisagens e um desafio



Caminhada Dingboche
Saindo de Dingboche
Nosso 7º dia na trilha para o Acampamento Base do Everest foi relativamente curto, mas importante em termos de aclimatação. Caminhamos de Dingboche para Thukla (ou Dugla), saindo de 4300 para 4600 metros de altitude.

Com isso, pudemos “quebrar” o desnível que seria necessário (600m) para chegar até Lobuche. O desafio: subir até 5000 m para aclimatação.




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os desafios continuam: caminhada até Dingboche


Deboche
Saindo de Deboche
O trekking em altitude sempre representa um bom desafio e cada dia cobra sua cota de esforço dos caminhantes. Frio, oxigênio cada vez mais rarefeito, subidas e descidas. Ficamos pensando que tudo isso é parte de um projeto maior, que há um objetivo ao final, mas também não podemos viver apenas pensando no futuro ou corremos o risco de não apreciar as belezas que aparecem a cada curva da trilha. Esta dualidade já foi descrita por Robert Pirsig, autor do livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas:

“Montanhas devem ser escaladas com o menor esforço possível e sem desejo. A realidade de sua própria natureza, deve determinar a velocidade. Se você tornar-se inquieto, acelere. Se você ficar sem fôlego, vá devagar. Você deve subir a montanha em um equilíbrio entre a inquietação e a exaustão. Então, quando você não está mais pensando no futuro, cada passo não é apenas um meio para um fim, mas um acontecimento único em si mesmo. Esta folha tem bordas recortadas. Esta rocha parece solta. Deste lugar a neve é menos visível, embora mais próxima. Estas são as coisas que você deve observar. Viver apenas para um objetivo futuro é superficial. São os lados da montanha que sustentam a vida, e não o topo. Aqui é onde as coisas crescem. Mas, claro, sem a parte superior você não pode ter nenhum lado. É o topo que define os lados”

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sol e esterco: fontes energéticas no Himalaia


Namche Bazaar
Namche Bazaar
Conhecer práticas diferentes daquelas as quais estamos acostumados é um dos
aspectos mais interessantes em uma viagem. Quando vivemos com fartura de recursos, não imaginamos as estratégias que diferentes povos utilizam para suprir suas necessidades básicas.
E energia é um recurso do qual não se pode prescindir, principalmente quando é preciso vencer o frio e oferecer algum conforto aos habitantes e visitantes. Aliás, é bom lembrar: o crescente fluxo turístico – do qual demos nossa contribuição - implica em um aumento contínuo nas necessidades energéticas. 

terça-feira, 28 de maio de 2013

A caminhada continua. Rumo à Deboche


Khunde
Saindo de Khunde
Na saída do do vilarejo de Khunde passamos por algumas lojas, onde Rosana afirma que fez uma das principais aquisições de viagem: um par de simpáticas pantufas artesanais, que ajudaram a esquentar os pés nos alojamentos. A presença destas lojinhas é freqüente nos vilarejos.

Fizemos uma parada rápida para comprar uma torta de maçã muito boa e logo em seguida avistamos alguns adolescentes jogando vôlei. Manoel Morgado fez o convite: vamos lá jogar com os caras? Topei na hora. Formamos um grupo e fomos encarar um set a 3800 m de altura – vai pro currículo! É claro que foi bem divertido, embora a cada pequeno esforço o ar faltasse nos pulmões (cadê a “produção” com oxigênio !!!). Em tempo: ganhamos o set :)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Como as cargas são transportadas no Himalaia


Duffle Bags
Duffle Bags à espera dos carregadores
Trilhas estreitas, altitude, acesso difícil. Ao longo de nossa jornada para o Acampamento Base do Everest, vimos como isso tudo representa um desafio para os caminhantes. Mas, se carregamos pequenas mochilas e sentimos o esforço necessário, como não imaginar as dificuldades para o transporte de cargas?

Vamos fazer uma pausa em nossos relatos do trekking e mostrar os recursos que são utilizados no Himalaia para o transporte de cargas:


domingo, 19 de maio de 2013

Rumo ao Everest Base Camp: chegamos aos 4000 metros



Para atingirmos um objetivo no ar rarefeito, é importante que o corpo seja expostoPaisagem Himalaia gradativamente a altitudes mais elevadas e possa descansar em regiões mais baixas. Os montanhistas resumem na regra Climb High – Sleep Down.  Praticamos isso durante todo o percurso para o Acampamento Base do Everest e no 4º dia de caminhada, quebramos a barreira dos 4000m.

Saímos de Thamo divididos em dois grupos, devidamente acompanhados por guias. Uma turma foi com o Manoel Morgado por um trecho íngreme off road, para o qual havíamos feito um teste no dia anterior (ver post). Outro grupo seguiu pela rota tradicional, com um ganho de altitude mais suave.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

No caminho para Thamo, a visita a monges budistas


No 3º dia de caminhada, nosso rumo foi diferente do caminho tradicional, seguido pelaCaminhada Thamo maioria dos turistas. Saímos em direção a um pequeno Gompa (local de moradia e oração de monges budistas, mas que não chega a ser um monastério).

Na saída de Namche Bazaar vamos encontrando vários dos símbolos do budismo: rodas de oração, stupas, pedras com textos sagrados entalhados. Como pano de fundo para tudo isso, as montanhas do Himalaya. Uma combinação perfeita, que nos anima a seguir adiante.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Namche Bazaar


- Bôoo Dia !! bôoo Dia !!  Toc, toc
Assim seríamos acordados durante todos os dias da trilha. Pontualmente às 06:00 da manhã, nossos simpáticos sherpas batiam na porta de cada quarto com uma xícara de chá para cada um de nós. Era o primeiro passo do esquema 6 - 7- 8: acordar às 06:00, até às 07:00 fazer a higiene pessoal e arrumar os duffle bags, deixando-os do lado de fora do quarto para os carregadores, entre 07:00 e 08:00 tomar café e partir.

domingo, 5 de maio de 2013

Começamos a jornada! Caminhada até Monjo

Paisagem Aeroporto de Lukla
Paisagem próxima ao Aeroporto de Lukla
Animados com o sucesso do pouso em Lukla, nosso grupo reuniu-se no Himalaya Lodge para um reforço no café da manhã, retiramos alguns itens necessários dos duffle bags e nos dedicamos a filmar e fotografar a movimentação no aeroporto (veja post anterior).

Providências resolvidas para a caminhada e fomos apresentados à equipe de nepaleses que nos acompanharia durante todo o percurso.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Voando para um dos aeroportos mais extremos do mundo


Apesar dos excelentes dias em Kathmandu, estávamos ansiosos para começar o Aeroporto Luklatrekking ao acampamento base do Everest. A aventura, entretanto, começou antes de começar a caminhada.
Voamos de Kathmandu para Lukla – um dos aeroportos mais extremos do mundo.

O que justifica a fama do Aeroporto Tenzing-Hillary? uma pista de pouco mais de 500 m de extensão (para se ter uma idéia, a pista do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, tem 1323 m), com inclinação de 12º.

domingo, 28 de abril de 2013

Kathmandu–Pashupatinah e Boudhanath

Pashupatinah Kathmandu Nepal
Visão do local onde ocorrem as cremações
Os nomes são difíceis de pronunciar, mas certamente visitar o Pashupatinah e o Boudhanath trazem imagens e sensações que permanecerão muito tempo na memória.

São destaques da religiosidade de um povo, em uma cidade repleta de ícones e locais de devoção.

Nosso 3º dia em Kathmandu e o último antes de embarcar para o trekking ao Acampamento Base do Everest foi uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais do cotidiano desta interessante cidade.