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terça-feira, 12 de março de 2013

Bastões de caminhada valem a pena?

No início das nossas trilhas, sempre tivemos dúvidas sobre as reais vantagens do uso dos bastões de caminhadas. Seguindo a lógica de evitar levar equipamentos desnecessários, era preciso tirar isso a limpo. E nada melhor do que usá-los para resolver esta questão.

Hoje, passados muitos quilômetros com e sem o uso deste acessório, chegamos a à conclusão de que os bastões de caminhada são equipamentos que ajudam bastante nas trilhas. Resolvemos adotá-los, considerando que os benefícios superam os pontos negativos:

domingo, 15 de julho de 2012

Kit de primeiros socorros

Normalmente, os praticante de atividades de Turismo de Aventura assumem riscos maiores do que aqueles que viajam em outras modalidades turísticas. Em razão disso, um dos mandamentos do Turista de Aventura consciente é verificar se a empresa operadora está levando um estojo de primeiros socorros.

Eu prefiro montar e levar meu próprio kit. Pode ser uma carga a mais na mochila, porém me traz mais segurança. Além disso, sabemos que (infelizmente) nem todas as operadoras estão conscientes desta necessidade.

Antes de discutir sobre a composição do kit, um alerta importante: invista em um bom curso de primeiros socorros. De nada adianta ter recursos à disposição, se não souber usá-los. Aliás, em áreas remotas, o improviso é quase sempre uma regra. Em 2010, tive a oportunidade de fazer um curso de socorrista de 240  h e isso me trouxe mais confiança para lidar com situações imprevistas.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Purificação de água


Essencial à vida, a hidratação correta é um dos mandamentos do Turista de Aventuras.

Porém, à exceção de atividades de curta duração (onde podemos carregar um volume adequado) ou em áreas que contem com uma boa infra-estrutura de apoio, quase sempre teremos que contar com os recursos hídricos disponíveis ao longo dos percursos, como rios e lagos.

A disponibilidade de água nos percursos é um verdadeiro presente que permite, por exemplo, reduzir a carga transportada, além de propiciar uma maior interação com a natureza. Por outro, traz um sério risco à saúde, uma vez que muitas doenças são transmitidas através de águas contaminadas, tais como a cólera, amebíase, giardíase, hepatites A e E, diarréia, febre tifóide e paratifóide. Não são raros os relatos de viajantes que tiveram problemas com a ingestão de água contaminada.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Como classificar os percursos de caminhada - NBR 15505-2

Trecho em declive na Travessia
Petrópolis-Teresópolis
Ao escolher um destino para caminhadas, é usual ter informações que descrevam as características dos percursos em termos de esforço exigido, sem muita precisão. Termos diversos como "Esforço Moderado", "Exigente", "Leve", etc. são utilizados por praticantes e operadoras, mas quando os critérios não são uniformes, qualquer classificação fica prejudicada.

Para evitar isso, a ABNT publicou em fevereiro de 2008, a norma NBR 15505-2 (Turismo com atividades de caminhada. Parte 2: Classificação de percursos). Esta norma se aplica a caminhadas oferecidas como produto turístico (isto é, destinadas a um cliente comum: pessoa adulta, não-esportista e com bagagem leve).

sábado, 17 de dezembro de 2011

A importância dos guias (condutores) no Turismo de Aventura


Lendo o relato do Luiz Jr Fernandes, sobre a subida ao Vulcão Concépcion na Ilha de Ometepe, achei oportuna uma reflexão sobre a importância da contratação de guias experientes.

Quais as vantagens que temos com a contratação de um bom guia?

- Redução nos riscos: por definição, todo Turismo de Aventura envolve algum risco. Contudo, alguns riscos podem e devem ser reduzidos e aí, certamente, a figura do guia ganha importância ao indicar os melhores caminhos (função óbvia!), alertar quanto à questões sobre metereologia, segurança no trajeto, reconhecimento de condições perigosas envolvendo animais, plantas, etc.
- Adequação da logística: variáveis como horário de saída para caminhada em um trecho, local para acampamento, quantidade de água e comida a levar, tipo de roupas e equipamentos e outras podem ser melhor equacionadas com os conhecimentos específicos do guia experiente
- Apoio em situações de dificuldade: Um guia preparado poder ser fundamental na prestação de primeiros socorros, busca de auxílio, negociações com pessoas das comunidades, etc.
- Enriquecimento técnico-cultural: Conversando com os guias, podemos obter dicas e informações que não estão disponíveis em outras fontes. Saber daquela curiosidade ou lenda dos locais visitados, conhecer pessoas e costumes típicos e isso faz uma grande diferença na experiência da viagem.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Avaliação pós-viagem

Uma frase de Marcelo Guidi, na edição 165 da Revista Aventura & Ação, me fez refletir sobre os momentos pós-viagem, nos quais ficamos "digerindo" as experiências pelas quais passamos: "Tudo que surge repetidamente em nossa mente costuma reservar-nos um ensinamento que ainda não conseguimos desvendar"

Por outro lado, uma avaliação em retrospectiva é fundamental para o aprendizado. Daí, acredito que vale a pena reservar um momento e analisar mais objetivamente os resultados das viagens. Entre as perguntas que podem ser feitas:

- Os objetivos da viagem foram atendidos?
- O planejamento foi adequado, sem ser rígido demais?
- Quais itens na bagagem foram desnecessários?
- O valor orçado foi compatível com o valor realmente gasto?
- A sequência de viagem foi adequada para o tempo disponível?
- O período escolhido foi adequado?
- Quais foram as melhores experiências?
- O que visitaríamos, se voltássemos ao mesmo local?
- Quais lições: o que fizemos de bom? (o que recomendaríamos?) e o que devíamos ter evitado?
- Você se divertiu? (sugerido por @blogfinestrino - veja nos comentários deste post)


Procuro anotar algumas destas reflexões ainda no diário de viagem (veja post neste blog), durante o percurso de volta.

Ainda que nenhuma viagem seja igual, o exercício desta avaliação certamente ajudará a planejar as próximas. Responder a estas questões também nos leva a revisitar os lugares, lembrar das situações e manter a memória viva.

E claro, se você tiver um Blog de viagens, trará mais informações a serem compartilhadas.

sábado, 13 de agosto de 2011

Protegendo-se das chuvas nas trilhas

É inevitável: quem pratica atividades outdoor, mais cedo ou mais tarde, vai encarar uma chuva. A combinação de baixa pressão atmosférica, calor e muita umidade favorece a formação de nuvens e precipitações e aí é preciso estar preparado para evitar um transtorno maior durante as trilhas.

Protegendo a mochila

A proteção do conteúdo da mochila contra a água da chuva muitas vezes é mais importante do que evitar se molhar. Afinal, quando a chuva passar você pode se enxugar facilmente, mas será que as roupas, mantimentos, equipamentos eletrônicos terão a mesma sorte se estiverem molhados? Precisamos lançar mão de alguns recursos:

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Código Q

- QAP Apoio, HT1 chamando
- QRV HT1
- QTH Acampamento, QSL?
- QSL, TKS

O chamado Código Q ou “Código Fonético Internacional” consiste em uma série padronizada de códigos de 3 letras, iniciadas com Q. Cada código pode ser utilizado na tanto na forma interrogativa, quanto afirmativa. Exemplos:

sexta-feira, 8 de julho de 2011

NBR 15331: O que o turista de aventura deveria saber

Um dos princípios que deve nortear todas as relações de consumo é a confiança entre as partes, afinal, ninguém se sente confortável em contratar serviços sem ter um razoável grau de certeza quanto aos resultados esperados.

A contratação de uma operadora de turismo de aventura acrescenta um ingrediente a mais: por definição, o turismo de aventura envolve riscos. Assim, uma questão fundamental deveria fazer parte das preocupações do turista: como a operadora que estou escolhendo controla os riscos das atividades? A resposta a isso pode influenciar decisivamente a confiança nos serviços a serem adquiridos.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Interpretando as especificações técnicas de equipamentos

Muitas opções
Freqüentemente ficamos com dúvidas na hora de comparar o custo-benefício e selecionar equipamentos que sejam adequados para nossas necessidades. Entender um pouco mais sobre as especificações do produto pode ser meio entediante, mas é importante para uma boa escolha, uma vez que elas representam parâmetros de desempenho, Alguns exemplos:


 

sábado, 11 de junho de 2011

Kit perrengue

Segundo o dicionário Houaiss, uma das definições para perrengue é: “Situação complicada, difícil de ser resolvida”. Já aconteceu com você?

Pois é, ninguém está isento de situações difíceis ao praticar atividades de aventura. Acidentes podem ocorrer com pessoas sozinhas ou com grandes grupos e mesmo com pessoas experientes, veja estes exemplos.

sábado, 4 de junho de 2011

Planejamento de material para aventuras em banco de dados

Selecionar o material para aventura
faz parte da aventura 
Em qualquer atividade, um bom planejamento é essencial para aumentar a chance de bons resultados. Com muitas providências a serem resolvidas, as atividades de aventura não fogem à regra.

Entre as questões a serem equacionadas está a seleção de material: roupas, alimentos, equipamentos, suprimentos, documentação e tantos outros que precisamos. Apesar do trabalho que dá -   convenhamos que é preciso uma boa dose de disciplina para parar, pensar e decidir racionalmente - eu começo a curtir a aventura a partir daí. Escolher os itens que vão na mochila exige que que façamos uma projeção mental do que esperamos encontrar nos caminhos que serão percorridos. É, por assim dizer, uma antecipação da aventura em si.

Tela de cadastro de materiais no Banco de Dados
Passando da divagação para o lado operacional da coisa, não é muito eficiente tentar organizar os inúmeros itens da tralha sem apoio de alguma ferramenta. Há várias táticas que podem ser usadas [1]. No meu caso, optei por desenvolver um banco de dados em MS Access para facilitar a tarefa.

Balança para pesar os itens
Neste banco, eu cadastro previamente todos os itens que tenho e posso usar em alguma aventura, incluindo o peso de cada um deles. Daí, antes de cada viagem é só ir selecionando o que será necessário e gerar um relatório tipo lista de verificação.

Este recurso está disponibilizado para uso não comercial, mas aberto a modificações, desde que mantida a referência à autoria e uso do mesmo tipo de licença descrito abaixo. Clique no link e baixe o banco de dados e um tutorial de uso. Bom proveito !!


O Banco de Dados, batizado de "LVMAT" (Planejamento de material para viagens) foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada. Para permissões adicionais ao âmbito desta licença, é necessário entrar em contato com o autor.

  Clique aqui para baixar o banco de dados LVMAT e o tutorial.

[1] Veja uma postagem bem legal sobre planejamento pré-viagem no blog do Lex Blagus: http://blog.blag.us/tome-nota/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Percepção de risco

Alguém fazendo alongamento no topo 
da Pedra do Bauzinho 
A norma NBR 15331:2005 (Turismo de aventura — Sistema de gestão da segurança  - Requisitos) define risco como sendo a "combinação da probabilidade da ocorrência de determinado evento e da(s) sua(s) conseqüência(s)". Esta definição está intimamente ligada ao próprio conceito de Turismo de Aventura



Ok, mas se considerarmos que grande parte de nossas decisões são influenciadas pela percepção que temos dos riscos envolvidos, aí o tema se torna ao mesmo complexo e desafiador.

Pense por um momento: o que faz com que um escalador, já perto do cume de uma montanha, desista de continuar por temer as consequências de um clima ruim, mesmo tendo condições físicas de fazê-lo? O que o leva a abrir mão da satisfação pessoal, do reconhecimento e do retorno de todo o investimento feito para chegar até ali? ou, por outro lado, o que leva um turista comum a se lançar em um bungge jump?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Escrevendo um Diário de Viagem

Atualizando o diário durante o
Caminho à Santiago de Compostela
Já comentei antes que um dos aspectos fundamentais nas viagens é valorizar as experiências e embora isso seja algo que está associado aos sentidos, uma prática racional ajuda a perpetuar o que vivemos: escrever um diário de viagem.

Não se trata de nada inovador, mas vejo que muitos não se dão ao trabalho de fazê-lo e fico imaginando se suas memórias permitirão revisitar bons momentos depois de alguns anos.

Não há, é claro, nenhuma receita de como elaborar um diário de viagem, uma vez que é uma prática essencialmente pessoal. Desta forma, adapte as dicas a seguir conforme sua conveniência e estilo.

Como faço

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Segurança para o caminhante nas estradas




Usando colete reflexivo
durante chuva 
Em muitas situações, uma caminhada envolve algum percurso onde temos que conviver temporariamente com o trânsito.


No Caminho Português para Santiago, por exemplo, cruzamos e seguimos por ruas, avenidas e estradas nacionais, como a N-306 em Portugal e a N-550 na Espanha. Todo cuidado devia ser tomado, tanto nas travessias quanto nos momentos em que se caminhava na laterais. Em alguns pontos, isso era lembrado ao caminhante com placas com dizeres como "Precaución. Interesección con N-550".

Uma dica simples pode ajudar a aumentar a segurança: use colete com tiras reflexivas por cima da mochila. Pesam muito pouco (mais ou menos 90 gramas) e são fáceis de se usar.

São especialmente necessárias em horários mais escuros (manhã cedo ou anoitecer) ou com visibilidade reduzida (como em momentos de chuva, como foi o caso da 1a. foto que tiramos na saída da cidade de Tui).

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Urtiga

O nome genérico "urtiga" tem origem latina (urere - queimar) e compreende várias espécies que possuem a capacidade de causar irritações na pele. Sua presença em regiões temperadas e tropicais faz com que seja freqüente encontrarmos esta planta em atividades de aventura.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Light and Fast

Leve e rápido. Esses são parâmetros que devemos considerar seriamente no planejamento das atividades de aventura. É claro que não precisamos necessariamente ir rápido, mas um peso menor significa mais conforto, mais agilidade e melhor uso de nossa energia, o que não é pouco. Um ou dois quilos a menos na bagagem fazem muita diferença em trilhas mais extensas, em escaladas, no cicloturismo, etc.

Ok, mas o que devemos ter em conta para reduzir o peso? A primeira preocupação deveria ser com o próprio corpo. Reeducação alimentar ou dietas adequadas, que promovam a perda daqueles quilinhos indesejáveis trazem benefícios importantes para a musculatura e articulações e só depende de nós mesmos.

sábado, 12 de março de 2011

Extrator de veneno Care Plus Venimex

Fotografamos esta cascavel na estrada 
entre Alto Paraíso e São Jorge -
Região da Chapada dos Veadeiros



Ao entrar em diferentes ecossistemas, não é incomum nos depararmos com animais peçonhentos, ou seja, aqueles que possuem mecanismos para injetar veneno em suas vítimas. Na grande maioria dos casos, os animais evitarão o contato com o ser humano, mas certamente reagirão se estiverem se sentindo ameaçados.

Vários venenos são potencialmente fatais se as vítimas não forem tratadas em tempo, o que se complica em várias atividades de aventura, considerando que muitas vezes os participantes se encontram distantes dos centros de tratamento.

Mesmo com uma boa logística para suporte a acidentes, os primeiros atendimentos, se realizados corretamente, podem atenuar os efeitos e mesmo salvar vidas. No ambiente pré-hospitalar, há poucas opções de intervenção, uma vez que o socorro realmente eficaz consiste em administrar o soro antiveneno apropriado com supervisão médica.

Entretanto, além dos cuidados básicos (veja ao final desta postagem), há um equipamento que pode ser utilizado no caso de acidentes com animais peçonhentos: o extrator de veneno. Como o nome sugere, a função é remover o quanto for possível do veneno inoculado e não elimina a necessidade de atendimento com o soro.

O equipamento

Em 2010, meu cunhado Uerlley fez a gentileza de me trazer um destes da França. Trata-se do Care Plus® Venimex. O aparelho vem com um estojo protetor plástico e dois bicos: o menor é indicado para picadas de cobras ou para áreas do corpo não-planas (como o joelho) e o maior para picadas de insetos, pesando 140 g o conjunto (podia ser um pouquinho mais leve)*.

Este extrator pode ser aplicado com apenas uma mão, o que facilita e agiliza o uso. Basta pressionar o bico sobre a área afetada para o mecanismo interno acionar a sucção. O fabricante, recomenda-se mantê-la por 3 a 5 minutos.
Sucção com o extrator aplicado sobre
o antebraço


Com base em testes de laboratório, o manual do Venimex informa que o equipamento pode ser usado por 100 vezes! Outro ponto positivo é o fato de possuir a marcação CE, que representa a declaração do fabricante de que o produto está conforme as exigências da legislação européia pertinente

Ainda não precisei (e espero não precisar) usá-lo, mas já faz parte do meu kit de primeiros socorros.

Orientações gerais para atendimento a vítimas de acidentes com animais peçonhentos:

1 - Lave o local da picada, de preferência com água e sabão.
2 - Procure tranqüilizar a vítima. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.

3 - Se houver disponibilidade do extrator de veneno, aplique-o conforme orientações do Manual do Equipamento
4 - Não fazer cortes, perfurações, torniquetes, nem colocar outros produtos sobre a lesão (Ex.: fumo, terra, cinza, pó de café, urina, etc.)
5 - Retire anéis, pulseiras ou qualquer outro objeto que possa impedir a circulação do sangue na área afetada
6 - Transporte a vítima o mais rapidamente para um posto de saúde para aplicação do soro antiveneno. Durante o transporte, procure manter o membro afetado mais baixo que a linha cardíaca
7 - Se possível, leve o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico e a escolha do soro mais adequado, mas atenção: mesmo quando mortas, as presas das serpentes continuam sendo um risco de envenenamento

Medidas preventivas gerais

1 - Não ponha a mão em ocos de árvores e tocas
2 - Antes de calçar botas ou sapatos, verifique se não há animais dentro
3 - Mantenha barraca e mochila fechadas
4 - Se for fotografar, mantenha distância dos animais peçonhentos (a foto que ilustra esta postagem foi tirada de dentro do carro)
5 - Use botas

Outras dicas

- Informe-se com antecedência sobre as unidades de saúde mais próximas da região na qual serão realizadas as atividades (trilhas, escaladas, etc.). Verifique se os contatos estão atualizados e se há disponibilidade de atendimento a acidentes com animais peçonhentos. Anote os contatos e leve-os consigo
- Leia mais sobre o assunto:
    Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos
    Prevenção de acidentes com animais peçonhentos

(*) Atualizado em 26/03/2011 para ajustar o peso que havia sido indicado incorretamente na postagem original como sendo 340g

sexta-feira, 4 de março de 2011

Princípios de sustentabilidade (NBR 15401)

Orientações na área de acampamento dos
Castelos do Açu - Travessia Petrópolis-Teresópolis
O Turismo de Aventura é, sem dúvida, um dos segmentos turísticos que mais interage com a natureza (afinal, isso está na essência das atividades desenvolvidas). Como tal pode causar impactos negativos que comprometem o meio ambiente e a própria atividade em si.

Felizmente há uma crescente conscientização de operadoras, comunidades e participantes sobre a necessidade de interagir de forma correta, de modo que as atividades de aventura sejam realizadas de modo sustentável.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sensação térmica


Marinha congelada em Copenhagen - Dezembro 2010
Voltando há pouco do inverno europeu, onde chegamos a pegar -8 oC, achei este tema bem pertinente. Muitas vezes ouvimos falar do termo “sensação térmica”. Mas o que é exatamente isso? A sensação de temperatura, isto é, nossa percepção da temperatura pode ser diferente da temperatura real do ar. Isso ocorre devido a fatores que afetam a transferência de calor entre o ambiente e o corpo (umidade, ventos, etc.).

Assim é comum os termômetros registrarem uma temperatura e o frio (ou calor) percebido ser bem diferente.